Microsoft transforma o Copilot num ambiente de execução para agentes persistentes
Home, Code, Autopilot e Managed Runtime transformam o Copilot numa camada governada para executar software e agentes persistentes.
Home, Code, Autopilot e Managed Runtime transformam o Copilot numa camada governada para executar software e agentes persistentes.
O Project Swap, com 201 participantes, sugere que compreender as preferências humanas pode ser um desafio maior do que a própria negociação entre agentes.
Nova investigação propõe calcular as observações mínimas necessárias a um controlo de autorização, com código reproduzível e limitações explícitas.
O Grok Bot Galaxy mostra agentes persistentes em processos reais de várias equipas. Aipolix analisa o que o evento demonstra e o que ainda não permite concluir.
O projeto Humanist AI da Microsoft destaca corrigibilidade, paragem e controlo humano. A questão é saber se os princípios serão transformados em testes auditáveis.
O Falcon Guardian liga prompts e chamadas a ferramentas às ações nos equipamentos e acrescenta controlos em tempo de execução para agentes de IA.
Modelo de seis etapas baseado em evidência de runtime, enforcement, medição, proporcionalidade ao risco e verification probes.
Paragem independente, raio de impacto, rollback, canários comportamentais e recuperação: as capacidades necessárias para conter agentes de IA.
Como contratos de agentes definem âmbito, ferramentas, budgets, recusa, escalada e evidência para tornar a governação aplicável em runtime.
Como decisões tomadas durante a execução, pontos de controlo, regras sensíveis ao estado e evidências transformam a governação de IA em controlo operacional.